sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Latino-americanos são otimistas
Gia sempre disse: povo triste esse.
sábado, 15 de dezembro de 2007
«Os Pássaros», de Alfred Hitchcock
Cena tão européia: uma praça linda, com lago, cisnes, pombinhos, velhinhos passeando, o sol timidamente aparecendo...Gia adotou este comportamente por uma mistura de prazer e necessidade.
Era uma hora da tarde e o baquinho iluminado pelo sol espera por gia, que chega e depois de um ritual de acomodação (ligar o anti-socialator - MP3, separar o jornal do dia, etc) pega o seu sanduiche e começa a contemplar a vida.
Nesse momento, toda uma movimentação é percebida, os patinhos antes lindos e branquinhos que estavam circulando tranquilamente, param e olham para gia.
Existe uma comunicação entre eles, logo mais, alguns pombos começam a circular pelas proximidades. Gia começa a morder desconfiadamente o seu pão, e sente... sente... sente que eles estão se preparando para algo maior...
O medo vai tomando conta do ambiente, já que sabemos que patos(cisnes) são, às vezes, um pouco agressivos. A cada som do guardanapo eles se aproximam mais, a cena é, gia envolta de passaros e pombos observando minuciosamente cada movimento... ela pensa em levantar e tanger, gritar, sair, mas teme o pior...
E a cena de cisnes lindos na praça se transforma em pesadelo, e percepção da aparência deles muda com o tempo, e eless já não são tão bonitos, agora têm remelas, bibogas espalhadas pelo corpo, patas sujas, e aspecto agressivo... agora ela sabe onde Hitchcock estava para a inspiração de seu grande sucesso...
aposta como ele tentou ter uma refeição em qualquer praça de Londres...
mas voltando a realidade de gia.
sim, ela conseguiu terminar a refeição, sempre sem movimentos bruscos e temendo uma revolução; olhando pro fundo daqueles olhos...
a tática utilizada por eles (os cisnes):
1ª etapa - mandaram os mais bonitinhos, para ver se a ternura do olhar deles comovessem o frio coração de gia, não sabiam eles que ela estava com fome e não dividiria com ninguém
2ª etapa - mandaram os remelentos, para que o nojo a fizesse desistir da comida
3ª etapa - começaram as movimentações para uma abordagem física, e o grande circulo se formou, foi uma guerra fria de olhares
mas, eles perderam...
perderam...
perderam...
"dialógos"
gia vai até lá e pergunta:
_ "Posso ajudar?"
ele responde, ela se concentra, ele repete, ela não entende, desculpe, mas fanho brasileiro já é díficil, imagine português.
ela: "sinto muito, um minuto, vou chamar outra pessoa"
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
missão dada, é missão cumprida
Um dia quiseram ver quem era o melhor: McGyver, Jack Bauer, ou Cap. Nascimento.Chegaram pro McGyver e falaram: A gente soltou um coelho nessa floresta. Encontre mais rápido que os outros e você será considerado o melhor!
McGyver pegou uma moeda de 5 centavos no chão, um graveto e uma pedra e entrou na floresta. Demorou 2 dias pra construir um detector de coelhos em floresta e voltou no 3º dia com o coelho.
Daí chegaram pro Jack Bauer e falaram a mesma coisa. Ele entrou correndo na floresta e 24 horas depois apareceu com o coelho. Pediu desculpas porque teve que desarmar 5 bombas nucleares, recuperar 15 armas químicas, escapar de um navio cargueiro que ia pra China e matar 100 terroristas pra chegar até o coelho.
Então pediram para o Cap. Nascimento ir buscar o coelho. Se ele demorasse menos de 24 horas ele seria o melhor.
No que ele respondeu:
- Tá de sacanagem comigo? Cê tá de sacanagem comigo??? O senhor é um fanfarrão! Você acha que eu tenho um dia inteiro pra perder com essa porra de brincadeira? Tu é mo-le-que! MO-LE-QUE!!!
Virou-se calmamente para a floresta e gritou:
- Pede pra sair!!! Pede pra sair cambada!!!Em menos de 5 segundos ja tinham saído da floresta: 300 coelhos, 20 jaguatiricas, 50 jacarés, 1.000 paca-tatu-cotia, o Shrek e o monstro-fumaça do Lost.
Daí ele gritou:
- 02, tem gente com medinho de sair da floresta, 02! 02, pega a 12!Nisso o Bin Laden saiu da floresta correndo e gritando: clemência... clemência .... !!!
(seu filho da puta, filhinho de papai, playboy safado isso foi um ctrl c+ ctrl v assumido de www.fotolog.com/vanessadlima)
comportamento X estatura
1) o almoço silencioso de gia e lampião é interrompido pela seguinte observação:
Lampião: "olha, gia, olha, o tamanho daquela figura.."
(cara que tem cerca de 1,50 cm, aproxima-se)
Gia: (sem entender) o que foi?
Lampião: se eu tivesse nascido daquele tamanho eu já acordava chorando...
2) andando em busca da aula universitária:
Gia: "ai ai (suspiro pelo cara* logo a frente)
Lampião: "Tá vendo que se eu tivesse esse tamanho pegava todo mundo", "deus num dá asa a cobra"
*o cara: 1,80cm muito bem obrigada
Conclusão: a estatura está diretamente ligada ao tipo de comportamento adotado pela pessoa... mas cada um com seu cada um
Observação: Raica, eles choram?
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
As quantificações de Karolina
Depois de 2 (duas) pernas e 1 (um) gingado, Karolina também quantifica o grau de efusividade de uma pessoa:
_" Será que quando a gente ouve música brasileira fica tão feliz quanto aquele cara ali ouvindo música do país dele? Quando a música começou a galera da mesma nacionalidade dele deu 1 (um) pulo e 1 (um) grito..."
Nem preciso falar que neste momento a imaginação de Gia é ativada e uma escala para efusividade é elencada:
Se for 1 (um) pulo e 1 (um) grito: Conhece a música
Se for 4 (quatro) pulos e 2 (dois) gritos: a música faz parte do TOP 10 pessoal
Se for 5 (cinco) pulos e 3 (gritos): é a música favorita
Se for 6 (seis) ou mais pulos e 4(gritos) ou mais gritos: definitivamente, alguém precisa de tratamento psicológico, não precisa ser feliz assim.
Nota: Gia odeia efusividade
domingo, 25 de novembro de 2007
Os dons que Deus oferece
depois de ter saído algumas vezes e tido a oportunidade de observar o comportamento das pessoas, sejam elas de que nacionalidade for (polônia, alemanha, república tcheca, entre outras)...
gia e sua cia de aventuras observam um desses importados tão feliz dançando e a pergunta é?
- " Por que Deus deu duas pernas e um gingado pra esse cara?, ele é tão lindo, não precisava"
Gia já imagina, aquela fila diante de Deus antes da descida para a terra e Ele com toda sabedoria dizendo:
- " Você terá olhos azuis, cabelo bom e loiro, altura, pele boa, uma nacionalidade descente, e..., quer mais alguma coisa meu filho?"
o cidadão podia se calar nesse momento e descer para fazer a felicidade geral da nação, mas não,... ele abre a boca e diz:
- " quero duas pernas e um gingado"
....
pra quê isso?? pra quê?? não tinha necessidade...
e agora o cidadão se auto sabota toda vez que ouve qualquer batuque e quer requebrar...
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Estudo mostra visão estereotipada dos brasileiros entre portugueses
Uma pesquisa realizada na Universidade de Coimbra sobre a imigração brasileira em Portugal revela que, para os portugueses, a imagem das mulheres brasileiras está relacionada ao sexo e dos homens à falta de compromisso e à malandragem.
Para Benalva da Silva Vitório, autora da pesquisa, “a brasileira é vista como menina de programa”. Segundo ela, essa imagem está relacionada às campanhas de turismo promovidas fora do Brasil. “Acredito que isso tenha começado por causa da Embratur, que vendia o Brasil como um lugar de praias bonitas e mulheres sensuais”, disse à BBC Brasil.
De acordo com a pesquisa, a imagem dos homens brasileiros também segue estereótipos e revela uma visão negativa. “Os homens são vistos como malandros, que fazem muito barulho e não cumprem compromissos”, disse a autora.
O estudo é resultado da tese de pós-doutorado da brasileira Benalva Vitório. O estudo foi publicado no livro “Imigração Brasileira em Portugal – Identidade e Perspectivas” lançado em Lisboa em novembro .
A pesquisa ouviu 50 brasileiros em cinco regiões de Portugal – Lisboa, Porto, Coimbra, Braga e Algarve. Além das entrevistas, a autora pesquisou artigos veiculados na imprensa portuguesa sobre os imigrantes brasileiros e outras formas de representação de brasileiros no país.
Perfil
A pesquisa aponta ainda uma mudança no perfil dos imigrantes brasileiros em Portugal a partir da década de 90, quando, segundo a autora, a instabilidade econômica gerada pelo Plano Collor provocou a ida de muitos brasileiros de classe média e alta para Portugal. “Foi a época dos dentistas, publicitários e informáticos”, exemplificou.
Segundo ela, atualmente o perfil é diferente. A maioria dos imigrantes brasileiros trabalha na construção civil, no comércio, em restaurantes e no serviço doméstico e em atividades que não exigem qualificação.
A maioria dos brasileiros ouvidos na pesquisa afirmou que estaria morando em Portugal por pouco tempo. “Eles vêm fazer um pé-de-meia e vivem com a idéia de voltar. Todos se dizem passageiros da chuva”, diz a autora.
Choque cultural
De acordo com o estudo, os brasileiros que emigram para o país não conhecem a cultura portuguesa e pensam que, devido à língua, Portugal é como o Brasil.
Para Benalva, a falta de conhecimento dos brasileiros sobre Portugal se deve, em parte, ao ensino das escolas brasileiras. “Na escola, estuda-se até a independência. Passou de 7 de setembro de 1822, acabou. Não ensinam a geografia ou a história dos dois países”, afirmou a autora.
Ela conta que o primeiro choque cultural acontece ao chegar a Portugal, quando os imigrantes enfrentam as primeiras diferenças. Segundo a autora, muitos chegam sem noções básicas sobre a economia do país e sobre a tramitação necessária para se obter documentos.
“É muito difícil admitir que a idéia foi um erro, que não está dando certo. Por isso, os imigrantes se submetem a qualquer situação. Muitos vivem em condições mínimas de sobrevivência”, relatou Benalva.
Numa das entrevistas publicada no livro, um dos brasileiros, identificado pelas iniciais J.C., conta que passa a maior parte do tempo trabalhando. “Aqui a gente trabalha até 19 horas por dia”.
A pesquisa revela também que há diferenças no tratamento recebido pelos brasileiros e por imigrantes de outras nacionalidades de língua portuguesa, principalmente os de origem africana.
“No princípio, sinto-me rejeitado porque sou negro”, conta o brasileiro identificado como W.B. “Depois que eu falo e os portugueses percebem que sou brasileiro, isso muda. No trabalho, ao lado de angolanos, cabo-verdianos e moçambicanos, eu sou mais bem tratado do que eles, pelo fato de ser brasileiro”, admitiu.
FONTE:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/11/071120_imigracao_np.shtml
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
mendigos do velho mundo
Um saxofone que se destaca em meio a correria das pessoas, e vêm de um mendigo muito bem aquecido (talvez um pouco mais que gia), e uma caixa no chão (talvez com muito mais euros que gia).
e ela que pensou em algum momento ganhar trocados com qualuqer pandeiro vagabundo, acho que terá que ter aulas de celo com rosas.
FOFA???
"Amiga e Dra. Vodca, preciso da ajuda de vocês.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
o frio e suas reações
Diálogo entre Gia e Your Lady Boy:
Gia: Já vou, tenho que ir, sentir o que eu mais "gosto" : FRIO
Lady Boy: tá frio?
Gia: de noite e de manhã cerca de uns 11 graus (o que não é frio para o que me espera), mas eu já falo e sai fumaça (e lembre-se que eu não fumo), e de repente os dedos das mãos ficam dormentes e eu começo a me bater como reação à hipotermia. Lá no final eu vejo um ônibus e rezo pra ser o meu.
Lady boy: quando você tá com frio faz o que?? BEBE??
Gia: quando tem bebida, eu bebo. quando não.. eu pulo, sinto dor, assopro a minha mãe, dou aquele sorriso travado, afinal de contas tenho que manter a clase e evitar que todos me vejam quase deslocando o maxilar da tremedeira, e subo em qualquer ônibus, independente do destino só pra me esquentar...
p.s.: as falas de Gia merecem sempre descontos
8ª Festa do Cinema Francês
posso dizer que isso ERA um sonho de consumo de Gia...
o conjunto de Festa + Cinema + Francês + FRANCESES ....
(Gia não fará mais comentários)
(cut and paste) "É um festival de antestreias. Um fogo de artifício de longas-metragens, 28 ao todo, que apresenta as mais importantes obras francesas do ano. Filmes para o “grande público”, mas também filmes independentes, primeiros filmes, de todos os estilos e géneros, apresentados pela sua qualidade, originalidade, modernidade e potencial comercial. " ( http://festadocinemafrances.blogspot.com )
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
multi significados

este, geralmente apresenta apenas um: as necessidades fisiológicas clamando para seguir o curso natural.
Mas a multi significação existe, na europa, a frase: vou ao banheiro carrega algo mais...
, na verdade, opções....
ou você irá realmente utilizar aquela saleta, ou simplesmente beberá água.
No início, para Gia, era um pouco constragedor, ir ao banheiro e beber água, esperava sempre que não houvesse ninguém e se reprimia um pouco, mas um belo dia, aquela executiva de terninho e cabelos escovados, lindamente abre a torneira e dá aquelas goladas.
Moral da história: Gia jamais se reprimirá!!!
p.s.: mas continua engraçado, olhar pro amigo e ouvir:
- vou beber água
e vê-lo entrar numa porta que indica sanitários.
sábado, 13 de outubro de 2007
segundo Saramago, a consciência tranquila leva a um sono tranquilo
Os brasileiros se reúnem para irem juntos, e Gia arranja uma companheira de aventuras, e a primeira decisão é por "pura distração" se perder do grupo maior e acabar fazendo um reconhecimento de área mais abrangente para observar os integrantes da comunidade local.
A pontualidade da festa até assusta um pouco os costumes de Gia, pois começou e terminou exatamente na hora marcada, das 21:00 às 00:00.
00:01 e nem uma musiquinha, nem saidera, nem a última, nem um repeteco.
A aventura em questão se trata do retorno a casa, esse trajeto que é tema de tantos textos em várias linhas de pesquisa, seja antropológico ou religioso.
Esperar um ônibus da rede da madrugada que só passa a cada uma hora não é tão interessante assim, especialmente com um leve frio.
Logo, o que fazem essas duas em busca de soluções rápidas?
Pegam o primeiro ônibus que passa, não importa pra onde, o importante é que lá dentro está quente, e a conclusão é que se chegarem ao ponto final, pegam outro até amanhecer e o metrô voltar a funcionar.
A descida do primeiro ônibus que deu a volta ao mundo em três horas, levam estas pessoas a mais uma parada de ônibus, e mais uma espera,e por incrível que pareça (ou acaso, ou destino, ou Deus, ou seja lá o que for), o ônibus de casa eis que surge.
Um sorriso estampa a alma e a face de ambas, que sobem e conseguem um lugar aconchegante no bom ônibus. Tão quente, depois de esperar tanto, depois do cansaço, e ainda falta tanto pra chegar que ambas dormem. Isso mesmo: a consciência tranquila de Saramago, já que tudo estava resolvido, se tranformou em um sono que passou a parada de casa.
Quando os olhos se abrem, e Gia observa um lugar não conhecido, a amizade e companheirinsmo brotam nas frases seguintes trocadas num breve diálogo:
- Duas jumentas...
- Como foi que a parada passou?
- Desce, desce, esse é o ponto final
- O que eu fiz pra merecer pegar outro ônibus?
sim, mais um ônibus faz parte dessa busca pela casa, e Gia, muito inquieta pela necessidade da chegada olha pra companheira e diz:
- Também quando esse ônibus parar, e eu descer, eu vou correndo pra casa, literalmente correndo, tá muito friio.
A parada chega e o desempenho olímpico de Gia tem um ótimo desenvolvimento até que
... no meio do caminho tinha uma escada, tinha uma escada no meio do caminho...
o acidente foi certo, e a pressa em continuar a corrida sem nem olhar para o motorista e todos os passageiros era a melhor decisão a ser tomada. (madrugada e o ônibus estava lotado com pessoas que iam trabalhar, acredite ou não)
A companheira tentou ajudar, mas fazer o que se o ataque de riso impede algumas ações simples, enquanto Gia usava uma das melhores táticas criadas ara situações de crise: fingir que nada aconteceu.
Enfim, Gia chegou em casa, com o joelho afetado, mas a tranquilidade para dormir na hora certa.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
sungas

quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Gia - Porque eu posso ser quem eu quiser...
mundo novo (paradoxo, afinal, aqui é conhecido como o Velho Mundo), vida nova
e como já disse um grande sábio Tiago Dantas: eu posso ser quem eu quiser
Gia desembarcou no aeroporto de Lisboa, e agora neguinho, ninguém segura...
sabe qual a resposta que ela deu a pergunta
" onde porra eu tô? "...
- " Não importa... será o melhor"
e ela saiu, encontrou uns conhecidos e foi pra o Velho Mundo, querendo olhar cada prédio, cada ruela, cada pessoa, cada carro, cada sotaque, cada diferença e cada igualdade, sem parecer é claro, uma tabaca lesa, afinal, estamos falando de Gia, uma abusada...
O fluxo levou-a para o Mosteiro Santo - O novo, que seria um tanto indescritível de tão grandioso e receptivo. Uma residência universitária que funciona com quartos duplos, triplos, ou quádruplos, cozinha compartilhada (lá na puta que pariu), visitas regulamentadas, e muito muito muito longe da universidade... (mesmo levando-se em consideração a rede de trasnportes -metro e ônibus - do primeiro mundo)...
mas o ritmo era de não posso parar - não posso parar (slogan by rosas), e a ida até a universidade para o cadastramento e burocracias mostra que talvez seja necessário outro lugar...
. comprar jornal
. selecionar apetamentos
. ligar
. sofrer bloqueios (alguns já alugados, outros jamais seriam para estudantes)
. marcar visitas
. visitar
. ver o lugar perfeito
. fechar negócio
quando ela volta ao mosteiro para fechar a mala que nem dessarrumou e dormir antes de se mudar é que mais uma vez os pensamentos teimam em aparecer, as impressões de um dia no Velho Mundo* e lembranças boas fazem ela dormir...
*as impressões de um dia no Velho Mundo:beleza rústica, beleza moderna, gente linda, mas também os sempre feios, muita gente velha, alguns que fedem, muita coisa normal: roupas normais, trânsito normal , pessoas simpáticas e pessoas hostis, o sotaque é um pouco engraçado, e a concentração é boa para o bom entendimento. O céu estava um pouco cinza, mas Gia não liga pra isso, porque pra ela tudo é colorido...
e ela também sabe que todas essas impressões mudarão dia após dia, algumas serão melhores, outras piores, outras só mudarão.
Vamos ver o que o tempo guarda.
Há um tempo para partir, mesmo quando não há um lugar certo pra ir
(rima no começo é de lascar)

